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Mostrando postagens de junho 11, 2014

VEM AÍ A FESTA JUNINA DO CNI

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Essa ninguém vai querer perder. O Arraiá do CNI está chegando... Nesse ano muitas novidades na programação... Comidas e Bebidas Tipicas, Fogueira, Brincadeiras, Quadrilha, Dança, Musica, Pintura no Rosto, Coral, Capoeira, Bandas, Show Sertanejo, Show Gospel, Show de Rap, Reggae, Maracatu, Afoxé, Fanfarra, Sarau de Poesia, Stands, Sorteio de Prêmios, Doação de Livros e Revistas e muito mais... A festa será nos dias 28 e 29 de junho a partir das 15 hs na Biblioteca Comunitária do CNI. Rua Eloi Arando Nedel 1332 - Cidade Nova II. Ao lado da Igreja Católica. Acompanhem o cronograma e programação na página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/707507279311946/?fref=ts

NESSE MÊS TEM MARCHA DA MACONHA EM FOZ

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A Marcha é organizada pelo Coletivo Marcha da Maconha de Foz do Iguaçu e tem o objetivo de tornar público o debate das politicas sobre drogas na sociedade. Além de combater a guerra às drogas que vitima, mata e encarcera milhões de pessoas no mundo todo, o coletivo busca desmistificar o que geralmente é noticiado sobre o uso dessa erva. Nesse ano a Macha será dia 21 de junho, com início às 4 e 20 hs. A concentração será as 14 hs em frente ao Bosque Guarani - ao lado do TTU, onde acontecerá uma oficina criativa de confecção de cartazes. Para maiores informações, podem acessar a página do coletivo no facebook, que traz a carta de princípios e o manifesto da Marcha que aconteceu no ano passado em Foz. fb.com/marchaconhafoz3fronteiras Por Elizeu Pirocelli

Um rap pro centenário

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Sempre que volto pra Foz escrevo um poema de retorno com o nome “Ainda Te Amo”...     Dos três últimos, dois deles narram a minha relação de amor e ódio com a cidade. Aquela velha contradição de receber desprezo e devolver amor... A terceira versão é de rompimento, uma canção de ódio, que também pode ser uma forma de amor... Odiar aquilo que te faz mal é amar o que te faz bem... Segue abaixo o poema transformado em rap: NÃO ME CHAME (pro seu centenário) Não me chame não, não me chame Não me chame não Não me chame não, não me chame Não me chame não, Não me chame não Para participar dessa festa Dessa sua comemoração Não me chame não, Pra sentar na sua mesa Pra provar do banquete da carnificina Do seu drink de sangue da sua chacina Não me chame não Pois sou fruto da sua injustiça Sou produto da sua segregação Sou a face do caos em meio à beleza Nesse poço de contradição Sou a mancha no mapa, a cara a tapa A vítima no chão Estatística da violência Dessa sua especulação Sou o...